Informação para a saúde

A vida cotidiana exige várias decisões ao longo do dia. Muitas delas são feitas sem a devida clareza por estar muito incorporada aos hábitos de vida. Para uma boa decisão é imprescindível informação que pode estar disponível ou não. Mesmo estando disponível, é preciso acessá-la e entendê-la. Assim, para melhorar a nossa qualidade de vida, para praticarmos a cidadania, é preciso buscar as informações nos rótulos dos produtos, por exemplo.

Os alimentos, por serem produtos de consumo disseminado, são obrigados a apresentar informações que os usuários tendem a relevar. O Brasil e o mundo apresentam elevada taxa de doenças crônicas não transmissíveis como obesidade, hipertensão, dislipidemia, diabetes, dentre outras. Seria possível reduzir a incidência se buscássemos as informações contidas no rótulo.

A importância do assunto é grande e há muitos estudos no mundo a respeito. Sabe-se que as mulheres leem mais os rótulos do que os homens, assim como as pessoas mais velhas. Os casados e com mais renda e escolaridade, também. Pessoas com mais preocupação e conhecimento sobre a importância da boa alimentação querem saber sobre o valor calórico, a data de validade do produto, a quantidade de gorduras e de fibras, enfim sobre a qualidade nutricional.

Recente estudo nacional encontrou muitas e importantes irregularidades na comercialização de bicos, mamadeiras e chupetas, tanto em drogarias como em supermercados. É interessante notar que as marcas “alternativas”, pouco tradicionais, apresentaram maior número de irregularidades. Mas as marcas comerciais líderes apresentaram omissões importantes sobre ‘prejuízos à fala e à dentição pelo uso prolongado’ e controle de estímulo subjetivo ao consumo.

Alguns órgãos, como o Inmetro são responsáveis por garantir informação de qualidade ao consumidor. Os inseticidas por serem facilmente adquiridos e utilizados pelo público em geral e por conter ingredientes tóxicos, precisam ser manuseados com cuidado, de acordo com as recomendações dos fabricantes. Para esse produto específico, os rótulos precisam esclarecer o uso correto, como a necessidade de proteger os olhos; não aplicar sobre alimentos, utensílios de cozinha, plantas e aquários. Também é necessário manter orientações para o caso de intoxicação e informar a existência de diferentes classes de inseticida e consequentes riscos de intoxicação. A saber, os piretroides, apesar de mais seguros do que outras classes, ainda assim continua tóxico.

O  Centro de Informações sobre Medicamentos (CIM), do curso de Farmácia da Unisantos, está disponível para solucionar suas dúvidas. O contato pode ser pelo e-mail cim@unisantos.br

 

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