Gastronomia

A história do tradicional café que já foi apreciado por dois papas

Que o brasileiro ama café, todo mundo sabe. O que muitos desconhecem é que a 300 km da capital paulista, mais precisamente na divisa entre os municípios de Caconde e Divinolândia, nascem grãos especiais dessa bebida todos os dias. E que dão vida a um líquido de sabor extremamente marcante. Tão marcante, que o café originário desses grãos teve a honra de ser escolhido para ser servido ao Papa Bento XVI, em 2007, e ao Papa Francisco, em 2013. Curioso, não? Saiba que esse fato é apenas um pequeno pedaço da história do Café Bazilli.

Do tipo 100% Arábica, os grãos do Café Bazilli passam por uma cuidadosa seleção, além de um processo de torrefação artesanal, o que garante um produto de qualidade superior. Em outras palavras, um café encorpado com sabor e aroma exclusivos, apreciado pelos mais exigentes consumidores.

Tudo isso também é possível graças à localização privilegiada do Sítio Boa Vista do Engano, que oferece as condições climáticas ideais para o desenvolvimento do café Arábica. Com altitude que varia entre 800 e 1100 metros e temperatura média anual em torno de 20ºC a 22ºC, o local recebe chuva na medida exata, bem como é dono de solos vulcânicos férteis, com características únicas e raras, compondo assim o cenário perfeito para a produção de cafés finos.

A entrega de um produto de excelência não é por acaso. A família Bazilli se dedica à produção de café desde 1916. E hoje, Roberta Bazilli, que pertence à quinta geração de cafeicultores, é a responsável por levar o sobrenome a voos mais altos.

Graduada em Hotelaria e pós-graduada em Planejamento e Marketing de Produtos e Destinos Turísticos, Roberta é Técnica em Cafeicultura e também concluiu os cursos de Barista e de Classificação e Degustação de Café.

“O café sempre fez parte da minha vida. Desde criança participava da rotina da roça, onde as brincadeiras aconteciam no cenário do cafezal, com meus primos e primas que vinham passar as férias na casa dos meus avós”, lembrou ela, que é uma das poucas mulheres a possuir o Licensed Q-Grader – Classificadora e Degustadora Internacional com chancela para avaliar cafés do mundo inteiro.

Com tantos títulos e qualificações, Roberta ressalta o ingrediente mais importante durante a fabricação do café: o amor. “Eu amo o que eu faço. Me orgulho em dizer que o café está no meu DNA”, concluiu.

O Café Bazilli pode ser encontrado nas variedades Mundo Novo, Catuaí e Bourbon Amarelo. A bebida que conquistou até os pontífices do Vaticano é comercializada nas versões ‘Edição Limitada – 10 anos’, ‘Torrado e Moído’, ‘Torrado em Grãos’ e ‘Em Cápsulas’, essa compatível ao sistema Nespresso.

Fotos: Divulgação

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