3.0 // CULTURA3.2 // TEATRO

Abril conta com edição duplicada do projeto Cine Letras

Com a exibição de obras cinematográficas adaptadas da literatura, de filmes que debatem contemporaneidades e urgências, distribuição gratuita de livros e bate-papos, o projeto Cine Letras, da Secretaria de Cultura, tem dupla programação, sempre com entrada franca, neste mês de abril.

A primeira sessão está marcada para o próximo dia 11, às 19h, no Museu da Imagem e do Som – Miss (Av. Pinheiro Machado, 48, Vila Mathias), com exibição do filme Apaixonado Thomas. Já no dia 24, também às 19h, ocorre na Biblioteca Mário Faria (Posto 6, praia da Aparecida), com Janela da Alma.

O Cine Letras, com curadoria de Nívio Mota, funcionário da Secult, além de debates após os filmes, também traz participação do projeto Leia Santos – Um Incentivo à Leitura, que promove distribuição gratuita de livros que abordem a temática do cinema (biografias de autores e diretores e de obras que serviram de base para roteiros) em sua biblioteca móvel.       

Sinopses

Apaixonado Thomas

Do ano 2000, o drama belga, com direção de Pierre-Paul Renders, conta a história de Thomas (Benoît Verhaert), que tem 32 anos e sofre de agorafobia, por isso vive há oito anos trancado em casa. Seu contato com o mundo se dá pela internet. Assim, Thomas é quase feliz, mas sozinho.

Clara, sua companheira virtual, já não o diverte mais. Seu psiquiatra decide fazer alguma coisa para animar Thomas e o inscreve num clube de namoro da internet. Ao mesmo tempo, sua companhia de seguros lhe oferece sem custos os serviços de prostitutas treinadas para atender pessoas mentalmente perturbadas.

Na tela do computador de Thomas, começam a aparecer mulheres reais, mas o rapaz não está interessado em mulheres famintas de amor, nem em se apaixonar ou casar. Pouco a pouco, Thomas vai se irritando com essa invasão em sua privacidade. 

Janela da Alma

Lançado em 2001, o documentário brasileiro Janela da Alma, com direção de João Jardim e Walter Carvalho, traz dezenove pessoas com diferentes graus de deficiência visual, da miopia discreta à cegueira total, que falam como se veem, como veem os outros e como percebem o mundo. O escritor José Saramago, o músico Hermeto Paschoal, o cineasta Wim Wenders, entre outros, fazem revelações pessoais e inesperadas sobre vários aspectos relativos à visão.

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