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São Vicente tem inscrições abertas para oficinas de dança e documentário

A Secretaria de Cultura (Secult) de São Vicente abre nesta segunda-feira (13) inscrições para as oficinas ‘Um Corpo Brasileiro Que Dança’ e ‘Comunidade Ativa’. Os interessados devem levar o RG para realizar o cadastro até o próximo dia 29, na sede das Oficinas Culturais (Rua Tenente Durval do Amaral, 72 – Catiapoã), mesmo local onde serão realizadas as aulas.

Para a oficina de dança brasileira estão disponíveis 25 vagas e a de documentário, 20. Caso o número de inscrições seja ultrapassado, a seleção será por ordem de cadastro. Em nenhuma das duas é necessário experiência na área, o único requisito é ter mais de 16 anos.

As inscrições podem ser feitas de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h. Mais informações pelo telefone 3468-8636.

Oficinas – ‘Um Corpo Brasileiro Que Dança’ tem como foco resgatar valores ancestrais. Durante dois meses, cada aula será uma experiência diferente de passos e conhecimentos culturais brasileiros. As aulas serão realizadas toda segunda-feira, com início no dia 03 de setembro e término do dia a 29, das 19h às 21h.

A oficina será ministrada pela bailarina Fernanda Iannuzzi que trabalha com dança brasileira há sete anos. Ela vai abordar a matriz de formação do povo brasileiro e trabalhar com os chamados ciclos: natalino, junino e carnavalesco.  “O objetivo é usar as danças brasileiras e demais manifestações populares do País como caminho para o despertar de um corpo dançante presente em cada indivíduo e, muitas vezes, adormecido com os processos de maturidade do ser humano”, explica.

A oficina ‘Comunidade Ativa’, que será realizada toda terça feira, a partir do dia 04 de setembro, busca ensinar, na prática, a produção de documentário, que resultará, ao final do curso, no dia 27 de outubro, em um filme sobre os problemas enfrentados pela comunidade. No início das aulas, a turma vai escolher uma região perto do local de aprendizado para retratar a realidade das pessoas que vivem lá. O objetivo é que, após a exibição do documentário, os alunos façam um debate com base no senso crítico, falando sobre as perspectivas, observações e questionamentos que tiveram durante a produção naquela região.

“Eu acredito que o cinema em si é a expressão do mundo. E a ideia da oficina é justamente essa, de dar voz a comunidade, a quem precisa ser ouvido”, afirma Eduardo Ferreira, coordenador do curso.

 

Foto: Pixabay

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