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Plataforma Multidisciplinar 3D é aplicada para treinamento cirúrgico e dissecação virtual em faculdades de medicina

Os  participantes do Congresso Brasileiro de Educação Médica (Cobem), que acontece de 29 de setembro a 2 de outubro, em Belém (PA), poderão conhecer as mais modernas tecnologias 3D de realidade virtual e aumentada para treinamento de habilidades em faculdades de medicina.

As tecnologias serão apresentadas pela empresa brasileira Csanmek, especializada em sistemas e soluções para o mercado educacional. Um dos destaques é a Plataforma Multidisciplinar 3D, que funciona como um simulador digital para treinamento cirúrgico e dissecação virtual.

Considerado hoje o principal método alternativo ao uso de cadáveres em faculdades de medicina, o simulador da Csanmek funciona como uma mesa que exibe modelos tridimensionais altamente detalhados e anatomicamente corretos de todos os sistemas do corpo humano para treinamento de cirurgias virtuais.

A tecnologia brasileira, utilizada também em países como Estados Unidos, México, Peru, China, Filipinas e Polônia, possui ainda uma ferramenta de integração entre hospitais e salas de aula e oferece aos alunos a possibilidade de estudar casos clínicos e exames reais de pacientes, pois permite que os professores convertam tomografias e ressonâncias magnéticas em clones virtuais 3D, com acesso total e irrestrito a anatomia real.

Os projetos desenvolvidos pela companhia já atendem cerca de 100 cursos de medicina no Brasil e envolvem consultoria educacional e implantação de simuladores anatômicos, salas de aula virtuais, cadáveres sintéticos realísticos, plataforma de telemedicina e hospitais simulados.

O ambiente de ensino é todo equipado com recursos digitais, audiovisuais e modelos tridimensionais, incluindo uma plataforma que converte exames clínicos em clones digitais, lousas touch screen, impressoras 3D para órgãos e músculos e bancadas de cirurgia e dissecação virtuais.

A estrutura de ensino desenvolvida pela Csanmek reproduz de forma realística um ambiente hospitalar, com centros de cirurgia, salas de exames clínicos, laboratórios e outras funcionalidades.

Segundo o fundador da Csanmek, Claudio Santana, as instituições de ensino no Brasil estão mais atentas às novas tecnologias de ensino e aos métodos alternativos ao uso de cadáveres no estudo da anatomia. “Apesar de ser um equipamento para educação, a plataforma 3D também é utilizada por médicos e profissionais da saúde no dia a dia, para melhorar o aprendizado e compreensão das estruturas anatômicas reais e modeladas”, comenta Santana.

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