4.2 // TURISMO 

Na hora de planejar a viagem, muita gente ainda deixa o seguro de lado. O principal motivo para isso é que alguns viajantes não entendem a importância deste item, deixando-se levar por informações nem sempre verdadeiras.

Por isso, a APRIL Brasil Seguro Viagem listou os principais mitos que os consumidores acreditam em relação a este produto, explicando a verdade sobre eles.

Se o seguro viagem não é obrigatório, não é necessário

Os turistas precisam de seguro viagem para entrar em cerca de 30 países europeus, além de algumas outras nações ao redor do mundo. Os governos criam esse tipo de regra para evitar rombos na saúde pública. Outros destinos não contam com essa exigência, mas isso não significa que ele é menos necessário: a maioria deles não oferece com atendimento gratuito para estrangeiros, e a conta pode acabar saindo muito cara. Os Estados Unidos, por exemplo, têm com o sistema de saúde mais caro do mundo.

Qualquer seguro viagem serve

Não é à toa que as empresas de seguro contam com tantas opções de personalização. Isso é feito para que cada viajante conte com exatamente o tipo de cobertura que precisa. É recomendado coberturas mais altas para os países onde o sistema de saúde é mais caro, como os Estados Unidos e os países europeus. Além disso, a empresa conta adicionais como seguro contra roubo e furto qualificado de notebook e celular, para quem é muito ligado a seus gadgets.

O seguro só ajuda quem fica doente em viagem

Esse é um grande mito. O seguro foi desenvolvido para auxiliar em diversos tipos de imprevistos, que podem acontecer em qualquer viagem: extravio de mala, cancelamento de viagem, atraso de voo e muito mais. Ao contratar o produto, é essencial verificar que tipo de serviço está incluído. Assim, o segurado saberá em que casos poderá contar com a assistência contratada.

É possível contratar o seguro a qualquer hora

O seguro só pode ser contratado antes do início da viagem. O turista não pode deixar para contratar o seguro apenas quando tiver algum problema ou quando estiver embarcando, pois não será mais possível. Além disso, o mais inteligente é adquirir o produto assim que as datas da viagem estiverem estabelecidas. Existem coberturas de cancelamento de viagem, para casos emergenciais em que o segurado não possa viajar, como internação de um parente próximo. Em situações como essa, o segurado não sofre prejuízos com o cancelamento das reservas, pois recebe um valor referente a despesas não-reembolsáveis, como passagens aéreas.

Estou seguro porque tenho cartão de crédito

Nem todos os cartões oferecem o seguro viagem e a exigência das companhias é fazer o pagamento das passagens aéreas e todas as taxas no próprio cartão para ter direito ao benefício. Além disso, não é possível alterar a apólice, que pode não ser adequada ao destino ou motivos da viagem e, assim, você não poderá optar pelo aumento de sua cobertura principal, por exemplo, para ir aos Estados Unidos, onde a saúde é muito cara.

Seguro viagem é igual a seguro saúde

São coisas bastante diferentes, na verdade. O seguro viagem atende pessoas que estejam viajando em casos de emergência. Ou seja, não é possível marcar uma consulta médica, exames ou check-up eletivos em seu destino. A assistência irá auxiliar passageiros com alguma emergência médica, garantindo que sejam atendidos com agilidade para que possam seguir viagem, se assim for possível. É por isso que o seguro viagem é recomendado em viagens nacionais, mesmo para quem possui plano de saúde: não será necessário buscar um hospital ou médico que atenda o convênio sem ter certeza de sua qualidade, a seguradora garantirá atendimento de sua rede prestadora de serviços.

O seguro viagem é caro

A empresa calcula que o seguro ideal para uma viagem custa cerca de 3% do valor investido na mesma com passagens, hospedagem e passeios, um preço irrisório considerando o tipo de prejuízo que pode evitar.

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