REGIÃO 

Por Alexandre Piqui

A categoria se reuniu na manhã desta sexta-feira (14) para protestar contra a Secretaria de Educação de Itanhaém. Os educadores reclamam que as reivindicações apresentadas ao poder público não foram atendidas. São elas;

– Regularização do número de professores/educadores/aluno em sala de aula conforme regulamentação do MEC;

– Aumento salarial;

– Materiais de EPI

– Aumento do vale-refeição (atualmente R$ 85,00)

As profissionais se queixam também das condições estruturais nas unidades escolares. “Trabalhamos em salas de aula superlotadas, sem espaço físico, lidando com falta de materiais de necessidade básica”, desabafa uma educadora que não quis se identificar.

Outra manifestante também sem se identificar  falou com a reportagem do Portal Mais Santos. “Sofremos junto com as crianças em creches sucateadas, onde há infiltrações, goteiras, falta de colchões, azulejos despencando, falta de limpeza, trazendo assim um grande risco”.

Quem trabalha na rede municipal de ensino básico denuncia que em muitas escolas faltam estagiárias para cuidar das crianças portadoras de necessidades especiais. As auxiliares ainda  reclamam da falta de plano de carreira e que muitas vezes substituem as professoras o que é proibido.

Segundo as manifestantes houve uma reunião com o Secretário de Educação e com o prefeito de Itanhém no dia 23 de março. Mas até hoje os pedidos não forma atendidos. A greve será por tempo indeterminado.

Resposta da Prefeitura de Itanhém

Em nota, a administração municipal informa que a manifestação de hoje realizada por parte dos educadores de creche não tem fundamento legal, inclusive sem amparo do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Itanhaém. A Prefeitura estuda tratar o caso diretamente na Justiça.

 

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