2.4 // SAÚDE 

Da redação

Os agentes de combate ao mosquito Aedes aegypti visitam imóveis para orientar a população sobre os riscos da dengue, zika, chikungunya e também da febre amarela urbana. Em Santos, já são 113 casos confirmados de dengue; três de chikungunya e um de zika vírus. Na tarde de quarta-feira (10), 1.232 residências foram vistoriadas pelas equipes de combate a endemias.

O problema é que nem sempre eles encontram receptividade dos moradores. Na cidade de Itanhaém, município com o maior número de casos confirmados de dengue na Baixada Santista (416 pessoas infectadas), a Secretaria de Saúde fez um levantamento; 58% das pessoas não autorizam a entrada dos Agentes de Controle de Endemias (ACEs) nos imóveis.

Isso impossibilita a realização da vistoria domiciliar, que é uma das medidas preventivas – mais eficientes – de busca dos focos e combate à proliferação do mosquito.

De acordo com dados do governo estadual, 80% dos focos estão nas residências. A coordenadora do setor de Controle de Endemias, Marinês Adão, explica que: “as recusas acontecem muito pelo medo de receber dentro de casa um desconhecido e ser assaltado ou violentado de alguma forma. Entretanto, é importante que caso o munícipe tenha esse receio, tome as medidas de confirmação das informações do agente que solicita realizar a ação na residência”. Recomenda-se verificar se o agente está devidamente identificado, com crachá e uniforme.

Se for o caso, aconselha-se até que se entre em contato pelo telefone do Controle de Endemias: (13) 3422-1944 para averiguar a veracidade do nome do funcionário, registro de cadastro (RC) e qual bairro aquele agente foi enviado para realizar a ação em campo. Caso haja suspeita da existência de foco do mosquito em residências ou terrenos vizinhos, basta denunciar pelo mesmo telefone.

Em Santos tem o Disque Dengue, onde os munícipes podem entrar em contato pelos telefones: 0800-770 6869 ou 3225-8680.

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