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São Vicente dá primeiro passo em prol da economia solidária

O 1° Seminário Municipal de Economia Solidária Criativa será realizado nesta sexta-feira (31), nas Oficinas Culturais (Rua Tenente Durval do Amaral, n° 72- Catiapõa), das 16h às 20h, com a proposta de discutir o conceito da prática e traçar planos para a Cidade. O objetivo é adotar a economia solidária como política pública, permitindo o diálogo entre poder público e sociedade civil. O grupo de estudos sobre este assunto em São Vicente, o EcoSolSV,  é o responsável pelo evento, que conta com o apoio da Secretaria de Assistência Social (Seas), Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia Cultura (Sedect),  Secretaria de Habitação, Meio Ambiente e Assessoria de Políticas Públicas para a Mulher.

No mesmo evento, haverá um seminário sobre o assunto para as pessoas terem a oportunidade de entender o que é e como funciona a economia solidária. A organização estima a presença de cerca de duzentas pessoas no local.

O grupo EcoSol conta atualmente com 20 membros,  representantes do poder pública e da sociedade civil. O grupo vem difundindo desde julho de 2017, a ideia de criar alternativas para lidar com o consumismo, crise econômica e extrema pobreza, pois a Economia Solidaria Criativa permite remodelar a forma de organização socioeconômica, possibilitando o acesso de bens e serviços sem o uso do dinheiro, como é o caso da relação de trocas de produtos. Outra ferramenta da prática é a criação de emprego para os moradores locais, principalmente os que estão fora do mercado de trabalho. Idealizações de empreendimentos sociais como lavanderias, hortas comunitárias, floricultura e usina de benefício da casca de coco são algumas das ideias que, além do trabalho sustentável, poderiam fortificar o comércio local.

Organização – São muitas as possibilidades de se praticar a economia solidária, porém estabelecer outra lógica de produção e organização social não é simples. O seminário será como “o primeiro passo” para iniciar tentativas que podem vir a dar certo, espaço onde às ideias podem ser aprimoradas em consenso com autoridades e cidadãos.

“Antes de tudo a gente quer fazer as pessoas refletirem sobre o assunto e se perguntarem: Isso serve para São Vicente? Como podemos fazer isso?”, explica Rosana Andrade Leite, representante do grupo EcoSolSV.

 

Foto: Jornal da Orla

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