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Bolsonaro viaja para se encontrar com Temer e iniciar transição

Foto: Dhavid Normando/Futura Press/Estadão Conteúdo

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), viajou na manhã desta terça-feira (6) para Brasília, para cuidar da transição de governo. É a primeira vez que ele viaja à capital federal depois das eleições.

A expectativa é que ele participe, nesta terça-feira, da sessão solene no Congresso Nacional em homenagem aos 30 anos da Constituição. Na quarta, está previsto um encontro de Bolsonaro com o presidente da República, Michel Temer, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli.

Outras autoridades confirmaram presença na cerimônia no Congresso nesta terça, como o presidente Michel Temer, o ministro Dias Toffoli, além dos presidentes do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE); da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

O gabinete de transição já começou a funcionar. Dos 50 nomes que poderão compor o grupo, 27 já foram apresentados oficialmente. O gabinete funcionará no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) e será coordenado por Onyx Lorenzoni.

Viagem

Bolsonaro deixou o condomínio onde mora, na Barra da Tijuca, às 5h27, e chegou à base aérea do Galeão às 6h. No trajeto, um dos batedores que formava o comboio se acidentou.

Bolsonaro fez a viagem em avião da Força Aérea Brasileira (FAB) que decolou do Rio de Janeiro pouco depois das 7h. Uma comitiva de 12 pessoas viajaram com o presidente eleito.

Imprensa

O Congresso barrou o acesso da imprensa a uma parte do plenário da Câmara na sessão solene. Os jornalistas terão acesso somente às galerias, na parte superior do plenário.

Não poderão entrar na tribuna de imprensa, próxima ao local onde ficam autoridades e parlamentares. Na parte externa, ficarão em três setores: Salão Branco (Chapelaria), local de entrada dos convidados; Salão Verde (Câmara); e Salão Azul (Senado).

Procurada pelo G1, a assessoria da Casa não informou quais razões motivaram a imposição de restrições a jornalistas. Segundo a TV Globo apurou, a orientação partiu da Polícia Legislativa do Senado.

Nas posses de Dilma Rousseff, em 2014, no plenário da Câmara, e de Michel Temer, em 2016, no Senado, jornalistas puderam ter acesso à parte destinada à imprensa. Na sessão de posse de Eunício Oliveira como presidente do Congresso, essa área também estava liberada a repórteres.

Reprodução G1

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