1.7 // ESPORTECULTURA

O ex-locutor esportivo e, agora, artista plástico, Osmar Santos estará em São Vicente, nesta quinta-feira (15), daqui a pouco, às 16 horas, na Prefeitura de São Vicente, que fica à rua Frei Gaspar, 384, Centro.
Ele que é um dos principais nomes da história da comunicação no Brasil e será homenageado com uma exposição que leva o nome dele.  Segundo a municipalidade, ao todo, 15 telas estarão à mostra até o próximo dia 31 — inclusive a “Gorduchinha”, um dos nomes sugeridos para a bola da Copa do Mundo de 2014, que aconteceu no país.
Os apaixonados pela arte terão a oportunidade de visitar o Paço Municipal de segunda a sexta, das 9h às 17h, a fim de conhecer a carreira do “Pai da Matéria”.

O artista plástico também cedeu 13 fotos originais que apresentam a trajetória como comunicador. O espaço interior do Paço será decorado com papéis de parede, ilustrados com os principais bordões de Osmar.

No mês de fevereiro, o ex-radialista veio à Prefeitura, para encontrar com o prefeito Pedro Gouvêa. A visita teve como tema principal a exposição de telas produzidas pelo ex-locutor. Na ocasião, ele presenteou o prefeito com um livro autografado e, além disso, recebeu um exemplar da biografia de Gouvêa, que conta toda a história do chefe do Executivo de São Vicente até sua eleição, em 2016.

Superação – Osmar começou aos 14 anos, na Rádio Clube de Osvaldo Cruz. Com 21 anos, trocou Marília por São Paulo, cidade na qual se consagrou como um dos melhores locutores do Brasil.

Formado em Educação Física, Administração e Direito, Osmar é conhecido como “O Pai da Matéria”. Trabalhou nas rádios Jovem Pan, Record e Globo, além das redes de televisão Globo, Record e a extinta Manchete.

O ex-locutor criou bordões que ecoavam nos estádios, como “Parou por quê, por que parou?”. Ao começar uma partida, sempre dizia: “Ripa na chulipa e pimba na gorduchinha”. Constantemente, soltava um “Aí, garotinho!”.

Em 1994, ele sofreu um acidente de carro e ficou gravemente ferido. Osmar ficou com sequelas, que afetam sua comunicação. No entanto, isso não o “calou”. Ele encontrou na arte, e com as mãos, uma forma de voltar a se comunicar e encantar todos aqueles que escutaram suas narrações.

Foto: Reprodução

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