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Vancouver, a cidade que sorri

Vancouver é praticamente uma cidade desenhada a mão.

A beira mar a cidade respira saúde, beleza e felicidade.

De lá partem gigantescos navios rumo ao misterioso Alaska. E que Porto!!! Uma verdadeira obra de arte.

Em Vancouver gente de todo canto do mundo interage com clics diversos o tempo inteiro.

Cidade de Charme, gastronômica, altamente cultural com museus incríveis como o Museu de Antropologia  que deixa-nos de queixo caído. Cidade com arquitetura estonteante,  parques deslumbrantes,  universidade de primeiríssimo mundo,  florestas com suas ricas faunas e floras que invadem a área cosmopolita. Ou será que a cidade está dentro das florestas? Com certeza.

Vancouver é energética.

Muitos Orientais circulam afinal são vizinhos de continentes, lado a lado. O comércio com essa herança oriental pulsa, pulsa e pulsa.

Um comércio sofisticado em bairros “cools” como “Gastow” presenteia-nos com uma moda transada e elegante além de galerias repletas de arte local. Verdadeiro Luxo. Almoçamos num restaurante bem canadense bárbaro chamado ”Water Café” o qual aparece no filme “The Age of Adaline” ainda inédito no Brasil (lindíssimo filme).

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Atentem-se em “Gastow” ao maravilhoso e antigo relógio a Vapor, um ícone da cidade.

Outra grande estrela local é o Chef de Cozinha Sushiman Tojo, criador do famoso Kalifornia Roll. O ”Tojo’s Restaurant”  vive simplesmente lotado o tempo inteiro, mas graças a Deus conseguimos reserva e fomos servidos pelos próprio e querido Sushiman. Uma noite de prazeres. Imperdível! Ainda por cima fui convidado para jantar no balcão ao lado do ator americano de holywood Jared Padalecki do Seriado Supernatural. Chic não?

Bem quanto ao nosso hotel foi simplesmente uma surpresa. Diga-se de passagem era um hotel boutique, um lodge aborígene chamado “Scwachays”, instalado dentro de uma galeria de arte. Absolutamente inusitado e sofisticado. Amei, afinal foi uma experiência completamente diferente de hospedagem mantendo a excelência em todos os sentidos.

Caminhar pela cidade é simplesmente delicioso. Perder horas sem rumo, propicia-nos momentos de descobertas únicas.

Não posso deixar de falar de dois dos mais importantes parques locais: “Stanley Park” que circunda toda a orla e oferece-nos um cenário de tirar o fôlego com seus autênticos totens indígenas datados do século passado e do “Capilano Park”  com sua natureza estonteante com a maravilhosa “Suspension Bridge” além de outras malucas pontes suspensas pelas altíssimas árvores ali existentes. Uma grande aventura.

Não avistamos ursos, mas sim eles sempre aparecem por ali. Quer dizer, eles aparecem pela cidade inteira. Acreditam que todos sabem defender-se de Ursos e Coiotes. Que medo! Mas tiram de fichinha e isso não tira nem um pouco o alto brilho de tudo o tempo inteiro.

Para terminar nada como passar o dia em “Granville Island” com sua marinha agradável repleta de lojas, bares e restaurantes charmosos onde ainda encontramos o grande Mercado Municipal local que é simplesmente um dos melhores que fui em minha vida. Alucinei!

Quero voltar correndo para Vancouver e ficar dias, semanas, meses caminhando por cada canto dessa cidade charmosa e iluminada que sorri o tempo inteiro.

Como é bom garimpar, como é bom viver com a mochila nas costas o tempo inteiro.

Abraços,
Marcelo Sampaio

(Fotos: Tony Liberado)

saiba antes via instagram @revistamaissantos