SANTOS

As obras do trecho 1 da Nova Ponta da Praia completaram um mês nesta quinta-feira (11). As intervenções ocorrem na Avenida Saldanha da Gama e se concentram entre as ruas Capitão João Salermo e Carlos de Campos. Uma das equipes está empenhada na implantação da nova pista sentido porto, que deverá ser disponibilizada em até um mês para o tráfego de veículos.

Paralelamente, um outro grupo de profissionais da empreiteira responsável pelos serviços reforma a calçada do lado dos edifícios, que passará a ter um terço da largura (junto à pista) reservado para área verde e os outros dois terços para os pedestres.

Já delimitado, o novo canteiro central (sem ciclovia) receberá as palmeiras de menor porte que já estavam na via. As maiores serão removidas para outros espaços verdes do bairro.

Também haverá melhoria do escoamento das águas pluviais em direção ao mar. “A drenagem que existe aqui já tem 70 anos. Os tubos atuais serão substituídos por novos, de dimensão similar ou superior; as bocas de lobo devem ser todas refeitas”, explica o gestor do projeto, Glaucus Farinello.

A previsão é de que, até junho, estejam concluídos os trechos 1 e 2, entre a Rua Capitão João Salermo e a Avenida Coronel Joaquim Montenegro (canal 6), com exceção a equipamentos do calçadão junto às muretas, que será redimensionado para a implantação da ciclovia antes localizada no canteiro central.

No momento, no trecho em obras, cada pista tem uma faixa disponível e a ciclovia está realocada na pista sentido porto, com as respectivas demarcações e sinalizações.

Projeto

São quatro trechos no total, que devem ser concluídos até junho de 2020. Além das obras viárias, que incluem novos bolsões para a travessia de balsas, o projeto prevê a construção de um novo Mercado de Peixes e do Centro de Atividades Turísticas (CAT). Haverá também a reforma do Deck do Pescador e da Ponte Edgard Perdigão.

Todas as intervenções são custeadas pela iniciativa privada como contrapartida por empreendimentos na Cidade, atendendo às exigências da Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos). Não há investimento de recursos por parte do Município.

Fotos: Susan Hortas/PMS

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