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Santos / Economia

Reurbanização da Rua Gastronômica de Santos fica pronta em julho

 - REVISTA MAIS SANTOS

(Crédito: Leandro Ordonez e Divulgação)

Em ajustes finais, devem estar prontas na primeira quinzena de julho as obras de reurbanização da Rua Tolentino Filgueiras, no Gonzaga, transformada em Rua Gastronômica no trecho de 400 metros localizado entre as avenidas Ana Costa e Washington Luís – onde abriga 14 estabelecimentos de diferentes ramos alimentícios.

Nos últimos dias, a via recebeu o mobiliário (parcialmente instalado), que inclui bancos com apoio, banquetas (individuais) e lixeiras, tudo instalado na faixa de serviço das calçadas, formada por mosaico português – a outra faixa, para circulação de pedestres, foi finalizada em concreto.

Com nova pavimentação, a rua também foi contemplada com a troca de guias, sarjetas e bocas de lobo e recebeu dutos subterrâneos para embutimento de cabos de telecomunicações, restando suspensa apenas a fiação referente à energia elétrica.

Há melhorias também na iluminação da via, que ganhará mais 34 pontos de luz, divididos em braçadeiras acopladas nos postes já existentes e em novos postes metálicos, instalados na calçada oposta. “Antes, apenas os carros eram iluminados. Agora, serão privilegiados os pedestres”, aponta o arquiteto da Prefeitura Glaucus Farinello, responsável pelo projeto.

Quem passa pelo cruzamento com a Rua José Caballero já nota uma novidade para a Cidade: esquinas niveladas à calçada, destacadas na cor vermelha. “Temos no Município algumas travessias elevadas, com nivelamento da calçada com a travessia do pedestre. Nesse caso, fomos um pouco além”, comenta Farinello, explicando o conceito adotado: “é o carro que entra em um espaço diferenciado, não o pedestre, em um dispositivo que visa oferecer segurança e conforto na travessia”.

A reurbanização do trecho contou com um investimento de aproximadamente R$ 2 milhões, provenientes de um Termo de Responsabilidade de Implantação de Medidas Mitigadoras e/ou Compensatórias (Trimmc) entre a Prefeitura e uma empresa portuária.

A obra teve início em março e, devido à pandemia, sofreu atrasos no fornecimento de alguns materiais durante o andamento. A inauguração oficial do espaço dependerá da permissão para o funcionamento de restaurantes e bares locais, conforme as regras do Plano São Paulo de retomada econômica.