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2.0 - REGIÃO

Pesquisa revela intenções de voto para Prefeitura de Mongaguá

Da Redação

No dia 4 de outubro, os eleitores vão escolher os representantes municipais para o poder executivo e legislativo. Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (27), revela a intenção de voto dos moradores de Mongaguá, no litoral sul, para comandar a Prefeitura da Cidade.

Na pesquisa realizada pela Badra Comunicação, o vereador Rodrigo Casa Branca (PSDB) lidera com 24,2%, seguido pelo atual Prefeito Márcio Cabeça (Republicanos) com 19,4%. A seguir aparece o ex-vereador Renato Donato (PSB), com 9,3%, e, já mais distante, o vereador Carlão da Imobiliária (PSL) com 3,5% e a influencer digital Jaqueline Ivanoff (REDE) com 1,3%.

Não votariam em ninguém, 24,4%, e não souberam responder, 17,8%. Na prática, entre Rodrigo Casa Branca e o atual prefeito há uma diferença de 4,8%, estando tecnicamente empatados no limite da margem de erro, o que estimula concluir que a eleição estaria, portanto, indefinida. Não é bem assim. Ainda que não pareça tão mal na intenção estimulada, a alta rejeição junto ao eleitorado é que pode determinar a frustração dos planos de reeleição ao atual mandatário mongaguaense.

Rejeição

A pesquisa também perguntou aos eleitores em quem eles não votariam de jeito nenhum. O prefeito Márcio Cabeça é o que registra a maior rejeição, com 21,9%, concentrando rejeição na fatia do eleitorado de maior representatividade quantitativa, ou seja, entre homens e mulheres na faixa etária dos 25 a 44 anos. Eles são cerca de 34% do público eleitor local, um terço, e nada menos do que 44,9% deles afirmam que com certeza não votariam no atual prefeito.

O levantamento quis saber se o eleitorado concorda com a afirmação de que os dois municípios vizinhos à Mongaguá, no caso Praia Grande e Itanhaém, se desenvolveram mais ao longo dos anos, estabelecendo um sentimento de que a Cidade ficou estagnada, para trás. Nada menos do que 67,5% dos entrevistados disseram concordar totalmente com a afirmação, confirmando a existência de um sentimento nesse sentido. Para a maioria desses, 51,7%, o principal responsável por esta estagnação, estabelecida ao longo do tempo, é a classe política local (prefeitos e vereadores). Para se ter uma melhor ideia da grandeza desse dado, além desses 51,7%, outros 26,5% creditam exclusivamente à Prefeitura, e aos prefeitos que por ela passaram, a culpa pela estagnação. Somadas, as opiniões representam 78,2% do eleitorado: oito em cada dez.

A pesquisa foi realizada por meio telefônico entre os últimos dias 16 e 20 de abril junto a 1.060 eleitores a partir dos 16 anos, sendo que a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-09658/2020, em cumprimento ao artigo 33o e seus §§ 1o e 2o da Lei no 9.504/97, bem como da Resolução TSE no 23.600/19. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos, e o intervalo de confiança de 95%, o quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.

Foto: Reprodução