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PEPE, “Canhão da Vila”, um orgulho que nem todos podem ter

José Macia, o Pepe, é daquelas pessoas com índice zero de rejeição. Quem não gosta dele, certamente é porque não o conhece. Uma usina de histórias – dele e dos outros protagonistas daquele Santos mágico dos anos 1950 e 1960. Mas dá para conhecer o eterno “Canhão da Vila” pelo olhar de quem herdou dele uma série de predicados: seus filhos Gisa, Clô, Pepinho e Rafael. Entre eles, reside o mesmo termo. Gratidão, pela oportunidade de conviver com o ex-jogador de 86 anos (completados em 25 de fevereiro) e segundo maior goleador da história do clube da Vila Belmiro, com 403 gols, atrás apenas de Pelé. O homem que o fazia a bola atingir impressionantes 122 km/h de velocidade fez história, campeão do mundo pelo Peixe e pela Seleção. Mas é o pai, além das quatro linhas, quem ganha o aplauso.


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