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Edição Semanal

3, 2, 1… Férias!!

O relógio não dá trégua. Trabalhando em casa ou no escritório – ou nos dois, de forma híbrida – os prazos a serem cumpridos parecem cada vez menores, inversamente proporcionais às tarefas. Olho no calendário até chegar o mês desejado de férias. Pois janeiro está aí. A pausa, tão desejada quando necessária, pode enfim, acontecer. Em meio a um cotidiano atribulado, a receita é: aproveitar o máximo possível.

Mas nem todo mundo pensa assim. Há quem até quem adie a pausa, com medo da competividade ou de se tornar substituível. Para a psicóloga Cristiane Forastieri, esse é um erro a ser evitado. “Uma questão importante para se colocar atenção é a não utilização das férias ou o adiamento do período, seja por exigência do próprio trabalho, por necessidade de trocar por dinheiro, ou até por medo de perder o emprego. Motivações usuais e bem atuais, pós pandemia. São decisões que geram uma falsa e confusa sensação de solução”, argumenta.


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