Evo Morales aceita asilo polÃtico oferecido pelo México11 de novembro de 2019 Depois de renunciar à Presidência da BolÃvia no domingo (10.nov.2019), Evo Morales aceitou o asilo polÃtico oferecido pelo México. De acordo com o chanceler mexicano, Marcelo Ebrard, a embaixada mexicana em La Paz já abrigou 20 ministros e deputados bolivianos ligados ao governo de Evo. Ebrard fez o anúncio por meio de seu perfil no Twitter. “O México, conforme sua tradição de asilo e não intervenção, recebeu 20 personalidades do Executivo e do Legislativo da BolÃvia na residência oficial em La Paz, de modo que oferecerÃamos asilo também a Evo Moralesâ€, escreveu. Estando na embaixada, Evo e os outros refugiados polÃticos estarão respondendo à s leis mexicanas, protegidos de ordens de prisões expedidos por autoridades bolivianas. © Fornecido por Poder360 Jornalismo e Comunicação S/S LTDA. Ebrard ainda disse que há uma operação militar em curso na BolÃvia e classificou o ocorrido como “golpe“. © Fornecido por Poder360 Jornalismo e Comunicação S/S LTDA. Em posicionamento oficial, o governo do México disse apoiar a democracia e a ordem constitucional na BolÃvia. Além disso, afirmou que vai cobrar 1 posicionamento da OEA (Organização dos Estados Americanos). A organização já está ciente do asilo concedido a Evo e marcou uma reunião para 3ª feira (12.nov.2019). Sobre a renúncia Evo Morales estava no poder na BolÃvia desde 2006. Reeleito em 20 de outubro num processo cercado por suspeitas de fraudes, Evo decidiu renunciar ao cargo diante da pressão popular e de pedido das Forças Armadas. Os militares passaram a se voltar contra Evo após a OEA realizar uma auditoria e concluir que houve irregularidades no processo eleitoral. Na manhã de domingo (10.nov), Evo havia anunciado que convocaria novas eleições. Porém, no fim do dia, ele anunciou a renúncia. Nesta 2ª feira (11.nov), o parlamento boliviano recebeu a carta com o pedido. No texto, Evo afirmou ter saÃdo do poder devido a 1 golpe. “Minha responsabilidade como presidente indÃgena e de todos os bolivianos é evitar que os golpistas sigam perseguindo meus irmãos e irmãs dirigentes sindicais, maltratando e sequestrando seus familiares, queimando casas de governadores, de parlamentares e de conselheiros“, escreveu. Siga nossa a cobertura no Twitter