Os ministros Márcio França (Portos e Aeroportos), Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional) e Sonia Guajajara (Povos IndÃgenas) estiveram presentes para ouvir as demandas de prefeitos, pôs chuvas no litoral norte .

Foto: TV Brasil / Canal UOl
Por VinÃcius Farias
Os ministros Márcio França (Portos e Aeroportos), Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional) e Sonia Guajajara (Povos IndÃgenas) se reuniram nesta sexta-feira (24/2), com os prefeitos da região do litoral, na sede da Autoridade Portuária de Santos. O motivo dessa reunião era para atendimento de demandas dos municÃpios, em razão dos danos causados pelas chuvas no último feriado de Carnaval. O encontro teve inÃcio as 10h30 e ao meio dia foi feita coletiva para divulgar o que foi falado.
França afirmou que o governo federal está “verificando a chance de algum duto da Petrobrás ter sido prejudicado†pelos deslizamentos.
O ministro também ressaltou a importância de se ter um Porto público, facilitando a entrada de Navios da Petrobrás., “Se houver essa situação, durante um perÃodo parte dos navios da Petrobras não vão poder parar em São Sebastião, vão ter que parar aqui no Porto de Santos, que é um porto público. Mais uma vez a gente reforça a necessidade de ter um porto público. Se não tivesse um porto público, muitas vezes não teria como colocar um navio da Petrobras aqui nesse instante, diz França.
O ministro do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes reforçou que não basta apenas instalar equipamentos é necessária uma polÃtica de estruturação.
Segundo o ministro, “O alerta tem que ser no municÃpio, mas se o governo estadual tiver que ajudar, tem que ajudar e se tiver uma polÃtica pública dentro do sistema nacional, também tem que o fazer. Mas precisamos de alertas estruturados nos municÃpios, sistema nas áreas de maior risco, de sirenes. E, não é só a tecnologia, é a educação. Todos nós temos que nos reeducarmos para esses sistemas e entender”.
Ele reforçou ainda na coletiva que é importante a colocação de sirenes em áreas de risco, além de se ter monitoramento das questões climáticas, ” Se passar passar dez anos e não precisar usar, sem problema. Mas, tendo o alerta, será preciso todo mundo respeitar porque senão, não faz sentindo”, falou Waldez Góes.
De acordo com Márcio França, em 15 dias os prefeitos e seus assessores vão a BrasÃlia para fazer um checklist do que foi liberado, dos pedidos.