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Diego Brigido

Um tour emocionante pela Casa de Anne Frank

Por Diego Brígido | @dibrigido | Fotos: reprodução

Não sei vocês, mas eu já visitei vários museus do Brasil e do mundo nos últimos dias. Louvre, Metropolitan, Vaticano, Uffizi, Acrópole, Pinacoteca, MASP e muitos outros entraram no meu roteiro turístico da quarentena.

Mas tem um, particularmente, que eu sempre quis conhecer e que está nos meus planos de visitar pessoalmente tão logo, espero, que isso tudo passe. É a Casa de Anne Frank, na Holanda. Por dois motivos: por ser a casa onde viveu Anne Frank e por ser em Amsterdã.

Sempre tive muito interesse por essa história, que revisito com frequência em dois livros que tenho na cabeceira. Fiquei ainda mais intrigado e emocionado com a história dessa corajosa garota judia, quando, em A Culpa é das Estrelas (quem lembra?), Hazel se esforça e sobe ofegante as escadas da casa, junto de seu amor, Gus, para conhecer o anexo onde Anne viveu escondida do nazismo, por anos.

Fachada da Casa de Anne House

Exposição virtual de Anne Frank

Em homenagem à Anne Frank, o Google Arts & Culture lançou uma exposição online com imagens em 360 graus que mostram toda a casa onde a família Frank viveu, na rua Merwedeplen 37-2, em Amsterdã, capital da Holanda.

Eu já rodei a casa toda nos últimos dias e me emocionei em cada cômodo, em cada pedacinho dessa triste e corajosa história.

A exposição virtual mostra cinco imagens feitas com o Google Street View, com detalhes do interior do imóvel onde eles moravam, incluindo o quarto que Anne Frank dividiu com a irmã, Margot. O museu também conta com documentos históricos, como a única fotografia de Anne ao lado dos pais e da irmã.

Anne Frank

A casa é hoje uma propriedade da Fundação Holandesa de Literatura e, desde 2005, funciona como um abrigo para escritores estrangeiros que não têm permissão para trabalhar em seus países de origem. O projeto é uma parceria do Google com a Fundação Anne Frank.

Quem foi Anne Frank

A família Frank se mudou da Alemanha, para Amsterdã, em 1933, fugindo do crescimento do antissemitismo. Em 1942, eles tiveram que se esconder em um anexo nos fundos da empresa de Otto Frank, pai de Anne, espaço que dividiram com outra família. Dois anos depois, foram encontrados pelos nazistas e enviados para campos de concentração.

Otto foi o único sobrevivente e posteriormente publicou o diário no qual Anne narrava suas experiências no anexo. “O Diário de Anne Frank” foi traduzido em mais de 70 idiomas e vendeu mais de 35 milhões de cópias. No site, é possível acompanhar toda a história de Anne em português e em ordem cronológica, na seção ‘Anne Frank House’.

Clique aqui para acessar o tour virtual na Casa de Anne Frank