Da Redação
LÃderes de entidades que representam os trabalhadores do transporte no Porto de Santos emitiram em conjunto um comunicado garantindo que não irão aderir a uma possÃvel greve nacional de caminhoneiros.
Essa paralisação vem sendo mobilizada por outros sindicatos para acontecer na segunda-feira (1º). Mas essas lideranças afirmam não reconhecer “qualquer oportunidade e conveniência de tal prática”.
Leia a nota na Ãntegra:
Nós, lideranças de entidades de caminhoneiros da Baixada Santista – Sindicam, Sindicon, Sindgran, Acta, Apta, Avta, Altacub, Associajá, Unitralog, Coopertrans, CooperSantos, Grupo Portas de Santos, Associação Porto Guarujá e Atac – diante das notÃcias veiculadas pela imprensa sobre possÃvel greve marcada para o dia 1º de fevereiro, informamos que não reconhecemos qualquer oportunidade e conveniência de tal prática, diante do grave momento provocado pela pandemia, principalmente em provocar sérios problemas de abastecimento de diversos gêneros à população, já tão sofrida.
Embora reconheçamos a necessidade de lutas por reivindicações, não reconhecemos as lideranças que vem surgindo na Imprensa em nome de todas as outras entidades, sem qualquer consulta ou simples comunicado sobre a possibilidade de greve.
Nós informamos, para acalmar a população em geral e toda a categoria de caminhoneiros, que estamos, sim, lutando por nossos direitos, mas temos responsabilidade com toda a nação nesse momento de grande pesar pelo qual todos estamos passando.
Foto da capa: Roberto Parizotti/Fotos Públicas
