Policiais civis vão realizar um protesto em frente ao Palácio da PolÃcia (Avenida São Francisco, 136), no Centro de Santos, a partir das 10 horas. A manifestação seguirá para o Fórum de Santos, na Praça José Bonifácio s/n.
“Na próxima segunda-feira, dia 25, os profissionais de segurança vão seguir o cronograma de manifestações. Mais um protesto previsto logo após o anúncio de 5% de aumento feito pelo governador de São Pauloâ€, informa o sindicato em nota.
Segundo o Sindicato dos Policiais Civis de Santos e Região (Sinpolsan), “a primeira ação acontecerá à s 10 horas, quando os policiais deverão entregar os seus coletes balÃsticos vencidos na sede do Deinter 6, no Palácio da PolÃcia, no Centro de Santos. Em seguida, o grupo vai seguir em direção ao Fórum, onde irá se juntar aos demais servidores estaduais e protestar contra a proposta de Reforma da Previdência estadual feita por Doriaâ€.
“Esse é apenas o passo inicial, mas se o governador insistir em não abrir o diálogo, a greve se tornará inevitável. Os coletes vencidos são um sÃmbolo do descaso e sucateamento da segurança pública, já que após o prazo de validade o material perde a sua efetividade, colocando a vida dos policiais em riscoâ€, destacou o presidente do Sinpolsan, Márcio Pino.
“Isso mostra a falta de valorização e preocupação com aqueles que se colocam à frente da criminalidade para defender a sociedadeâ€, ressaltou o representante da categoria, que foi responsável pela organização da assembleia realizada há cerca de duas semanas.
“Aprovamos as paralisações, que culminarão com greve geral. Estamos prontos para cumprirâ€, complementou.
E se não bastasse todo o histórico de desvalorização, a categoria ainda é obrigada a lidar com a retirada de direitos, caso as mudanças na aposentadoria, apresentadas pelo lÃder tucano, sejam aprovadas.
Aumento da alÃquota de 11% para 14% e alterações no benefÃcio de pensão por morte estão entre as novas regras entregues por Doria. “Somos duplamente prejudicados, na nossa função como policial e por integrarmos o funcionalismo público. Ao invés de avançarmos, vivemos vÃtimas do retrocesso lutando por justiça e dignidadeâ€, disse Pino.
(Foto: Divulgação)
